quarta-feira, dezembro 14, 2005

Chauffeur Navarrus - As gravações em Lx

Nascer do Som, na Estefânia.

Onda "cool" a do Francisco Rebelo e do João Gomes.

64 horas de trabalho, intercaladas com umas refeições fabulosas.

Francisco Rebelo - Lisboa Dez 2005

Afinação Rhodes


João Gomes na afinação do Rhodes - Dez 2005

A "A12" para além do Hammond, precisava do corpo que a sonoridade dum Rhodes consegue dar. Antes da gravação do tema e depois de uma viagem Funchal - Lisboa, a afinação era obrigatória.

Sónia Castro


Sónia Castro nos estúdios na Estefânia - Lisboa Dez 2005
Sónia Castro nas "Back Vocals" e na "Voz-Off feminina", fez o duplo coro com Carla Galvão. As gravações foram assim pela manhã de domingo até bem perto do almoço.
João Coutinho surge na tarde de sexta-feira para gravar a harmónica e vozes na "Ilusão Country". Uma participação esperada e prometida há vários anos que veio a ser desencadeada como uma agradável troca de favores.

Jumbinho


Jumbinho na gravação "My swimming pool" - Lisboa Dez 2005

terça-feira, novembro 29, 2005

A caminho do estúdio...

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Estefânia Dez 2005
Manter um diário é quase tão difícil como resistir à vontade de o deitar fora.
Esta é uma das razões pelas quais o Chauffeur se perde no silêncio ou, noutros casos, se refugia no desaparecimento.
O Blog para além de armazém de fotografias intercaladas com histórias, testemunhará a evolução do projecto que dará vida eterna ao Chauffeur Navarrus que, já neste momento, conta com uma equipa de profissionais, que desde logo aceitaram a missão de dar vida, cor e som, ao tal motorista, coleccionador de histórias do alheio.

segunda-feira, novembro 21, 2005

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António Neves da Silva e João Navarro Campo de Ourique - Nov 2005

terça-feira, maio 24, 2005

domingo, maio 15, 2005

Tatuagem

Nem sempre o viste assim.
O corpo mudou por estar cansado de se ver sem aquele significado.
Baralhado com a força do desenho que o segue agora, e com o corpo mutilado por uma questão de sobrevivência, alimenta-se da razão que o levou a tal situação.
A vontade de marcar uma referência, um passo ao lado do desejo em fazer história e de ficar na memória de quem pretende, de quem entende ser relevante.
Será esse o ajudante que o conduz à glória.
Tatuaste-te sim! Porque precisavas de sentir o teu poder naquelas agulhas que te feriram, que te rasgaram.
Sangraste o espaço que tinhas por preencher, foi sangue a mais que tinhas no corpo.
Tinhas de o tirar, tinhas de o trocar pelos riscos que formaram o simbolo da tua marca, da marca que queres deixar.

sábado, abril 30, 2005

segunda-feira, abril 25, 2005

Chauffeur Navarrus said...

Tenho a vantagem de carregar no banco de trás um caixote com histórias que arrumei à pressa, entre dois clientes e um abastecimento precipitado.
Acaba por ser engraçado como transportei felizes e descontentes, homens magoados por histórias tão diferentes.
Levei jovens namorados, casais chateados, seres embriagados pela frustração inocente, de quem nas teias da mente se perdeu.
Transportei doentes, prepotentes e outras gentes que comigo se deixaram cair, até porque quando a porta se abre e o corpo se atira para o banco, de imediato a mesma se fecha e a máscara cai.